Sunday, February 26, 2017

Vampiros: uma revisão


O vampirismo tem sido abordado em seus mais diferentes aspectos no cinema.

De ensaios sisudos como Nosferatu ao humor de From Dusk Till Dawn, do fundamentalismo de Drácula de Bram Stoker às inovações temáticas de Blade, é raro o ano que não surgem novos filmes sobre as sedentas criaturas.

Bem, a questão que quero colocar é: para você, quais são os melhores filmes sobre o universo transilvânico? Não vale consultar o Google nem o guia de filmes mais próximo. Com base apenas em seu feeling vampiresco.

Sem me importar com cronologia e escrevendo à medida que vou lembrando, continuaria esta lista com
Fome de viver, de Tony Scott, com David Bowie e Catherine Deneuve, mais para o estilo horror existencial do que para a ação.

Ação e diversão não faltam no teen-vampires-movie 
Os garotos perdidos, de Joel Schumacher, com Kiefer Sutherland como o líder de um grupo de vampiros que atormenta uma cidade pequena.

Pelas cidades pequenas, também, peregrina uma esquisita galera de vampiros em
Quando chega a escuridão, da Kathryn Bigelow, verdadeiro cult de baixo orçamento. Bill Paxton protagoniza a cena memorável da espora na jugular.



Jugulares es
trashalhadas abundam em Vampiros de John Carpenter. O cineasta de tantos filmes de terror deixou sua marca fazendo um filme sem o mínimo pudor e sem se preocupar em agradar a ninguém.
Approach diferente é o de Entrevista com o vampiro, onde Neil Jordan procura investigar os desígnios e as motivações dos seres obscuros:
o destaque fica para Kirsten Dunst, a menina da covinha na face.

Para uma cova maior vão as vítimas de Chris Sarandon em
A hora do espanto.

Inovação nórdica marca presença no surpreendente Deixa ela entrar.

Martin, de George Romero, arrisca uma variação introspectiva sobre o tema.

Last but not least, os dois filmes da franquia Hotel Transilvânia contribuem, à sua maneira, para que todos mantenham os caninos afiados.

Boas mordidas a todos.

Este post é dedicado à memória do ator Bill Paxton.

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