domingo, outubro 07, 2012

Hotel Transilvânia

 
O primeiro filme 3-D do Félix, às vésperas de completar cinco anos, foi Hotel Transilvânia. A escolha não podia ter sido melhor: o filme passa rápido e apresenta personagens clássicos da literatura, como Drácula, Frankenstein e o homem invisível. Não é todo filme infantil que cita numa tacada só Bram Stoker, Mary Shelley e H. G. Wells. E, de quebra, também critica a pseudoliteratura vampiresca atual: ao ver uma cena de um filme atual sobre vampiros, o dono do Hotel Transilvânia e pai da vampirinha Mavis comenta, pesaroso: "Então é assim que somos retratados hoje em dia".
O enredo: às vésperas de completar 118 anos, Mavis sonha em sair do castelo-hotel em que mora e conhecer o mundo (leia-se, humanos). Sim, pois seu pai superprotetor criou um lugar onde só monstros são permitidos. Tudo seria perfeito, não fosse um visitante inesperado: Johnny Stein, o adolescente humano que chega para tumultuar (ou turbinar?) a festa de aniversário da linda Mavis. Apesar do final à la Um lugar chamado Notting Hill, o diretor Genndy Tartakovsky (que tem no currículo a animação Star Wars: Guerras clônicas) fez um bom trabalho, homenageando personagens imortais e introduzindo as crianças ao maravilhoso (e tenebroso) mundo dos monstros!

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